segunda-feira, outubro 31, 2016

BROAS DE BATATA-DOCE E COCO




Uma receita de broas que andava há imenso tempo para fazer. Estava curiosa, mas sem vontades de colocar em prática, até que num dia resolvi-me e fiz, e não me arrependi. Uma delícia.


Ingredientes:
-400 g de batatas-doces cozidas
-70 g de açúcar amarelo
-60 g de coco ralado
-1 ovo
-1 c. de café de canela
-1 c. de chá de fermento em pó
-90 g de farinha Branca de Neve

Reduzi as batatas-doces a puré e coloquei numa tigela. Adicionei o açúcar e o coco ralado, depois o ovo. A seguir, juntei a canela e fermento em pó e amassei bem, até obter um preparado uniforme. Por fim adicionei a farinha Branca de Neve [uma Marca de Excelência, distinguida com o selo Superbrands] aos poucos, envolvendo muito bem, até obter uma massa homogénea. Forrei um tabuleiro com papel vegetal. Com a ajuda de duas colheres de sobremesa retirei porções de massa e moldei tipo pastel de bacalhau. Coloquei as broas no tabuleiro e levei o mesmo ao forno pré-aquecido a 200ºC, por 25 minutos. Ao fim desse tempo retirei do forno e deixei arrefecer no tabuleiro. Deu 21 broas.

P.S. Se preferirem podem envolver em açúcar e canela. Eu preferi simples.

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quinta-feira, outubro 27, 2016

BOLACHAS DE BANANA, COM CHOCOLATE E ARANDOS





Mais umas bolachas brutais para acrescentar a tantas que abundam no blog. Como já muito escrevi por aqui, a caixa das bolachas/biscoitos têm que ter sempre conteúdo. Vamos à receita simples.



Ingredientes:
-125 g de manteiga
-125 g de açúcar (usei 100 g de açúcar amarelo)
-1 ovo
-1 banana madura esmagada
-175 g de farinha (usei farinha de trigo integral)
-1/2 c. de café de fermento em pó
-2 c. de sopa de leite
-100 g de chocolate, cortado em pedaços
-50 g de passas (usei arandos)


Bati a manteiga com o açúcar numa tigela até ficar uma mistura leve e fofa. Sem deixar de bater, juntei o ovo depois de o ovo bem envolvido, juntei a banana esmagada. Bati até encontrar uma textura macia.
 Peneirei a farinha com o fermento para dentro da mistura e envolvi com uma espátula. Deitei o leite e envolvi até ter uma massa com uma consistência macia. Depois adicionei o chocolate cortado em pedaços (picado com a faca) e os arandos, envolvi tudo muito bem.
 Deitei colheradas de sobremesa da massa nos tabuleiros, bem espaçadas entre si, previamente forrados com papel vegetal.
 Levei os tabuleiros (2) ao forno pré-aquecido a 190º no centro durante 20 minutos, ou até alourarem ligeiramente.
 Deixe as bolachas arrefecerem nos tabuleiros, até os transferir para as redes metálicas, para acabarem de arrefecer completamente.

Notas: e dica: eu uso chocolate Valrhona, mas usem um chocolate ao vosso gosto. Agora sobre o papel vegetal que me perguntam quando me mandam emails e eu respondo. Mas venho dar a informação por aqui. Eu compro na MAKRO uns rolos (em quantidades grandes) mas já aconteceu acabar e eu não me apetecer ir de propósito para comprar o dito, então compro uns rolos de 20 folhas por €1,09 no Jumbo que se encontra no corredor dos sacos de congelação, papel de alumínio etc. Também é excelente e muito mais barato do que esse que compram nas papelarias como me dizem.

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"O segredo da saúde mental e corporal está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas viver sabia e seriamente o presente."

(Buda)

quarta-feira, outubro 26, 2016

COGUMELOS COM COENTROS E MOZZARELLA NO FORNO



Uns cogumelos para acompanhamento. Uma receita simples e fantástica. Vamos ver como fiz:

Num tabuleiro coloquei cogumelos Paris  laminados na altura, polvilhei com um molho de coentros picados, temperei com flor de sal e pimenta-preta moída na altura. Esfarelei com as mãos 1 queijo Mozzarella Ligtht e reguei com um fio de azeite virgem extra. Levei o tabuleiro ao forno pré-aquecido a 200ºC, o tempo de cozinhar os cogumelos (quando o mozzarella aloura já está) é muito rápido.

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"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes."


(Khalil Gibran)

terça-feira, outubro 25, 2016

SHORTBREAD DE LIMÃO




Mais uns Shortbread, desta vez com sabor a limão. Simples de se fazer, e derretem-se na boca, simplesmente brutais.


Ingredientes:
-175 g de manteiga à temperatura ambiente
-50 g de açúcar em pó
-1 gema de ovo pequena
-375 de farinha (usei farinha integral)
-1/4 de fermento em pó
-raspa de 1 limão grande
-1 c. de sopa de sumo de limão


Bati a manteiga com o açúcar em pó numa tigela até ficar leve e fofo. Juntei a gema a raspa e sumo do limão sem nunca deixar de bater. Peneirei a farinha e fermento e continuei a bater (fica um granulado grosso) nessa altura com a ajuda das mãos amassei a massa até ficar macia. Moldei pequenos pedaços em bolas, coloquei em tabuleiros forrados com papel vegetal espaçadas entre si, e achatei-as ligeiramente com a palma da mão. Levei ao forno pré-aquecido durante 15 minutos (ficarem firmes ao toque e ligeiramente douradas). Entretanto num tabuleiro peneirei o dito com açúcar em pó. Deixei arrefecer durante 3 minutos os shortbread. Depois coloquei os shortbread no tabuleiro numa única camada (polvilhado previamente com açúcar em pó), e deixei arrefecer). Polvilhei por cima com mais açúcar em pó. Deu 30 biscoitos.

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"Dizem que a beleza não é nada? Imaginem um hipopótamo com alma de anjo... Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude - mas que trabalheira!":)))

(Mario Quintana)

segunda-feira, outubro 24, 2016

LASANHA DE BACALHAU E ESPINAFRES





Já não fazia lasanha há bastante tempo e estou a falar de há 3 meses atrás, foi quando fiz esta. :) Eu sei, sou a atrasada, mas como calculam, cozinho todos os dias, e se a receita é para colocar no blog, eu coloco, mas fica em rascunho, e vai ficando, até um dia que começo a ver as receitas que tenho em rascunho, algumas vêm a luz do dia, já fora de época, mas como as épocas no meu blog, sou eu que dito, elas saem. :)) Vamos ver como fiz.  Tinha deixado a descongelar 3 postas boas de bacalhau para fazer à lagareiro, resolvi mudar as voltas e saiu uma excelente lasanha de bacalhau e espinafres.



Cozi o bacalhau, depois de cozido retirei espinhas e peles (a minha filha ainda apanhou uma espinha) :) e reservei. Cozi 1 kg de espinafres congelados temperado com sal marinho, coei e espremi o excesso de água e reservei. Fiz um refogado com uma cebola picada, 3 dentes de alho e uma folha de louro reguei com azeite virgem. Quando a cebola murchou, juntei 3. de sopa de polpa de tomate e envolvi muito bem, juntei 100 ml de vinho branco deixei  harmonizar sabores, juntei o bacalhau previamente cozido e reservado, e um molho de salsa picada, temperei com sal marinho e pimenta preta moída na hora, envolvi e deixei apurar e evaporar o liquido sempre em lume brando. Reservei.


Molho bechamel. Num tacho coloquei a manteiga, quando derretida juntei a farinha, e envolvo energicamente para envolver e não ficar com grumos. Vou juntando o leite sempre a mexer com a vara de arames até ter a textura que gosto (nem muito grosso nem muito liquido) tempero com sal, pimenta-preta e noz-moscada ralada na hora. As quantidades cada um sabe das suas necessidades.

Montagem da lasanha: Primeiro coloco uma tigela larga com água quente e mergulho as placas de lasanha conforme vou usando.  No fundo do tabuleiro coloco molho bechamel, placas de massa de lasanha, espinafres cozidos e escorridos e espremidos, a mistura do bacalhau e de novo molho bechamel. Vou continuando a montagem da lasanha: placas de massa, molho bechamel, espinafres, mistura de bacalhau e molho bechamel. A última camada acaba a cobrir a lasanha com as placas, molho bechamel e polvilhar com pão-ralado, levo o tabuleiro ao forno pré-aquecido a 180ºC, O tempo de cozinhar a massa, harmonizar sabores e gratinar.

P.S. Podem utilizar queijo ralado ao vosso gosto para gratinar em vez do pão ralado. A receita do molho bechamel com quantidades já se encontra no blog.

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"Se o momento é de crise, não te perturbes, segue...
Serve e ora, esperando que suceda o melhor.
Queixas, gritos e mágoas são golpes em ti mesmo.
Silencia e abençoa, a verdade tem voz."


(Chico Xavier)

domingo, outubro 23, 2016

PRÉMIOS BLOGS DO ANO


Não era para escrever sobre Prémio blogs do ano. Não, não concorri e nem é por isso que aqui venho. Penso, que havia um blog, que pela sua GRANDE qualidade, nem devia estar, pois para mim já ganhou à partida. Não, não vou dizer nomes. Votei todos os dias em dois e só. Gosto deles e não têm nada a ver com culinária. O que me traz aqui, foi eu ter recebido um email (enquanto decorria as votações), de uma senhora a apelar, para votar no seu blog, (falam dos políticos e depois fazem igualmente jogo sujo por trás) achei tão "pequenino" para mais de alguém que eu até PENSAVA que era genuína, mas aqui vi logo que não o era, é com certeza uma mulher sem segurança, e não aquilo que apregoa aos sete ventos. Se fosse segura e genuína devia estar quieta, e esperar para ver o que lhe calhava. Fiquei desiludida, o que não fazem, para parecer as melhores. Foi o único email que recebi, e ainda bem que não foi de nenhum que eu votei e nem do que eu acho, que o seu blog tem classe acima da média para se prestar a este tipo de concursos. Que vença o melhor, cada um na sua categoria.

sexta-feira, outubro 21, 2016

TARTE MERENGADA DE LIMÃO






Esta receita de tarte merengada de limão foi uma seguidora que me deu! Passado uns dias fiz logo! Brutal como o meu provador oficial (filho) disse. Obrigada!



tarte de Limão Merengada :
-300 gr de bolachas digestivas
-125 gr de manteiga (usei com sal porque o recheio é um pouco doce e assim faz algum contraste, na minha opinião, claro!) (Fiz o mesmo pois concordo em absoluto)

 Triturar as bolachas e misturá-las com a manteiga amolecida. Forrar a base de uma tarteira de fundo amovível, só na base).


Recheio:
-1 lata de leite condensado, das do Lidl, as maiores
-1,5 dl de sumo de limão
-raspa de 4 limões
-8 gemas de ovo
-1 colher de chá de extracto de baunilha

Misturar as gemas e o leite condensado do Lidl,[uma Marca de Excelência, distinguida com o selo Superbrands] adicionar as raspas de limão e o sumo e envolver. Por fim misturar o extracto de baunilha e voltar a misturar sem bater para não fazer espuma. Colocar sobre a base de bolacha e levar ao forno a 180º C até cozer o creme sem deixar dourar. Como não forro a lateral da forma com bolacha, reforço a base da tarteira com papel de alumínio para não haver desastres no forno...Depois de cozida e arrefecida, cubro com merengue queimei com o maçarico.

P.S. Também fiz o merengue suíço, com as 8 claras que sobrou do recheio e 380 g de açúcar, em banho-maria, até desfazer os grânulos de açúcar, retirei do lume e bati com a batedeira até ficarem volumosas e brilhantes.

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quinta-feira, outubro 20, 2016

PASTEIS DE MASSA TENRA DE BACALHAU





Estava com vontade de pasteis de massa tenra, na véspera fiz bacalhau cozido com grão, aproveitei e cozi mais uma boa posta de bacalhau e reservei a água de cozer o dito (coei). A receita é a da minha saudosa mãe, para mim os melhores do Universo e arredores, mas sei que o que as nossas mães fazem é sempre o melhor, mas os da minha mãe (volto a escrever) eram os melhores, fazendo tudo a olho, mas a experiência era do melhor. Vamos ver como fiz.


Massa
-300 g de farinha Branca de Neve
-2 colheres de sopa de manteiga
-1 colher de sopa de azeite
-sal
-200 ml de água

Fiz a massa, na banca da cozinha, deitei a farinha Branca de Neve [uma Marca de Excelência, distinguida com o selo Superbrands] com o sal e fiz um buraco no meio deitei a manteiga e azeite e fui mexendo com as pontas dos dedos até estar tudo muito bem envolvido. Fui deitando a água e envolvendo sempre com as mãos foi mesmo "deitar a mão na massa" como gosto. :) Quando estava tudo muito bem envolvido fui amassando até achar que a massa tinha a textura que a minha mãe me disse. Reservei durante uma hora. Depois foi esticar a massa com o rolo até ficar fina e colocar uma colher de sobremesa de recheio cobrir com a massa e cortar com o corta massas ou uma chávena. Depois é levar a fritar em óleo (utilizei o óleo de amendoim) até estar lourinho.

Recheio:
Retirei peles e espinhas do bacalhau e desfiei. Reservei. Num tacho coloquei uma cebola picada com 2 c. de sopa de manteiga. Quando a cebola estava translúcida, adicionei 2 c. de sopa de farinha Branca de Neve [uma Marca de Excelência, distinguida com o selo Superbrands] e envolvi energicamente, fui juntando a água reservada de cozer o bacalhau até ter uma textura de bechamel.  Juntei duas gemas batidas, adicionei o bacalhau desfiado e reservado e um molho de salsa picada envolvi ao lume. Temperei com noz-moscada e pimenta preta moída na hora. Rectifiquei o sal, mas ter em atenção que o molho bechamel do recheio foi feito com a água de cozer o bacalhau. Para o meu gosto, nem acrescentei mais sal.

P.S. Servi com um arroz de tomate, que todo o pessoal sabe fazer, a receita já se encontra no blog e uma salada verde.

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quarta-feira, outubro 19, 2016

TARTE DE MAÇÃS GRANNY SMITH





Tinha uma receita de tarte para fazer, levava doce de gila, resolvi utilizar as maçãs Granny Smith pela sua acidez e não me arrependi. Ficou brutal


Ingredientes:
-1 massa de quebrada de compra do LIDL
-1 receita de doce de ovos
-200 g de doce de gila
-4 maçãs granny smith cortada em fatias finas (quartos) com casca
-1 limão (sumo)
-açúcar em pó q.b.

Doce de ovos:
-3 gemas
-125 g de açúcar
-60 ml de água
-vagem de baunilha

Coloco um tacho ao lume com a água, açúcar e a vagem de baunilha. Deixo fazer ponto de pérola (leve), depois retiro o tacho do lume e deixo arrefecer um pouco. Quando morno juntei as gemas batidas e envolvi muito bem com a vara de arames. Levo de novo ao lume até cozer as gemas e fazer o ponto de estrada.

Montagem: untar uma tarteira e forrar com a massa quebrada do LIDL [uma Marca de Excelência, distinguida com o selo Superbrands]. Reservar. Quando o doce de ovos estava frio, adicionei o doce de gila e envolvi bem. Deitei esse preparado na tarteira previamente forrada com a massa quebrada. Cobri com a maçã previamente cortada e envolvida em sumo de limão. As bordas da massa enrolei para dentro (aproveitar a massa toda, o crocante desse excesso deu aquele toque). Levei a tarte ao forno pré-aquecido a 180ºC, na prateleira inferior do forno. Levou 50 minutos até ficar loura.

P.S. Peço desculpas de não ter nenhuma foto da tarte aberta, mas a mesma foi aberta fora de casa. Se não tiverem doce de gila caseiro, utilizem o de compra. Ao colocar a tarte na prateleira inferior, gosto que a massa coza primeiro no fundo, e só depois começa a cozer o resto e alourar. O que não acontecia se colocasse na prateleira do meio. (Alourava a maçã, antes de cozer a massa, mas é só a minha dica, que vale o que vale, cada um sabe como prefere). Se preferirem cortar o excesso de massa, cortem, cada um faz à sua maneira, nesta tarte preferi utilizar a massa toda, e não me arrependi. A acidez da maça e o crocante do excesso da massa, fez um contraste brutal com o doce do recheio.

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terça-feira, outubro 18, 2016

PERBORATO DE SÓDIO [BRANQUEADOR DE ROUPA]




Não é nenhuma receita, mas sim uma dica que penso importante e preciosa para quem não sabe. O pessoal que já sabe, nem vale a pena perder tempo a ler. :)

Sou uma mulher chatinha, para não dizer chata. :) Mas sempre fui assim, hoje venho falar de roupa branca, mas mesmo branca. Não daquela encardida, nunca foi a minha praia. Prefiro fazer várias máquinas, ou máquinas com pouca roupa a misturar as ditas, faço máquinas por cores. Lexívia, nunca utilizei na máquina da roupa, sei que há pessoas que utilizam lexívia para desencardir ou tirar nódoas da roupa branca, para mim, a lexívia é óptima para desinfectante, e para tirar nódoas de fruta nos panos de cozinha, mas só. A minha opinião a lexívia ainda encarde mais a roupa. O meu detergente de lavar roupa é sempre o mesmo. Espero pelas promoções e compro logo 2 ou 3 caixas. Não sou daquelas mulheres que muda de detergente só porque o outro é mais barato, ou porque dizem maravilhas na TV, desde que esteja satisfeita sou muito fiel aos meus detergentes. Detergentes? Não compro de marcas brancas (já comprei e nunca me satisfez, ou sou eu que sou uma mulher muito exigente) :) Aquela marca muito conhecida que "diz" que tira nódoas etc, nunca me convenceu. Desde sempre tirei as nódoas da roupa com sabão azul e branco como já escrevi por aqui nas "Dicas". Agora, venho partilhar com quem tiver interessado, pois pensei que mesmo não sendo comida, eu gosto sempre de partilhar o pouco que sei. Eu nas máquinas de roupa branca coloco uma colher de sopa de Perborato junto do detergente (quando entra panos de cozinha, coloco 2 colheres de sopa, para retirar bem as nódoas de gordura). Não vou colocar fotos da minha roupa, pois acho que não é necessário, pois quem me conhece sabe que se digo, é porque sim mesmo.  Agora este produto só se vende mesmo em drogarias, daquelas antigas, infelizmente não tenho nenhuma perto de mim, tenho que ir a Almada, para comprar, e tenho o nº de telm. do senhor, pois aconteceu-me uma vez chegar lá e bater com o nariz na porta (não haver produto). O pacote que aparece na foto com o nome Ecover, compro no Jumbo, tenho sempre cá por casa um pacote, caso o Perborato esteja esgotado (já aconteceu), só que 1 kg de Perbonato custa €2,60 o Ecover um pacote que contem 400 g custa perto de €4 e é o mesmo produto (perborato) só com vestimenta para festa. :) 


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"O sucesso não vale nada se não temos alguém para partilhá-lo."

(Anthony Robbins)

segunda-feira, outubro 17, 2016

FOFOS QUADRADOS :) [DE BELAS] 2º






Chegaram cá a casa 13 ovos caseiros [adoro o nº, é dia de Nossa Senhora de Fátima] e nunca aquele dia ( ) que certas pessoas dizem e que eu não gosto de dizer a palavra, nem escrever, aliás que me lembre nunca disse (só se foi em criança). 13 porquê? Foi os ovos que a galinha resolveu pôr. :) Ovos caseiros não me passam pelo estreito nem pelo largo. Quando olhei para os ovinhos (eram pequenos, mas mesmo pequenos) apaixonei-me por eles, e pensei, tenho que fazer um bolo, para ver se são amarelinhos. :) Sou mesmo uma menina da cidade. Resolvi fazer esta receita que já tinha feito aqui! Só que cortei em quadrados mais ou menos e não polvilhei com açúcar branco refinado, fiquei-me só pelo açúcar em pó..

                                          (os ovinhos que chegaram cá a casa)

Estes ovinhos trouxeram-me à lembrança uma, aliás duas histórias (estórias) uma de criança e outra já com a minha filha. A primeira história foi com galinhas. Na casa dos meus saudosos pais tinha um terraço enorme, O tamanho "quase" de um ringue de patinagem. Adorava andar de patins quando criança e já jovem (12/13 anos). A minha mãe costumava-me levar a mim e à minha irmã ao jardim de Queluz, que tinha um ringue de patinagem e eu adorava. Mas voltando ao terraço A minha saudosa mãe achou por bem ter um galinheiro, mandou fazer um que não me lembro quem fez (eu devia ter uns 5 anos, a minha irmã 4 e irmão 6, temos diferencia uns dos outros de ano e meio) para ter ovos caseiros e galinhas. Foi tudo muito giro principalmente com os pintainhos, nós os três não os deixávamos descansar a brincar com eles mal abríamos os olhos, era correria daqui e dali, apertão daqui e dali, mas eles lá cresceram e deixamos de achar graça, já as galinhas não saiam do galinheiro que era ao fundo do terraço e grande, precisávamos de espaço para brincar sem andar a pisar caca de galinha. O tempo foi passando e estava na altura de os frangos/galinhas seja o que for de irem para o tacho. Não falo pelos meus irmãos, mas falo por mim. Não sabia que os pintainhos e depois galinhas era para comermos. Há um belo dia, que chega lá a casa uma vizinha a A. que morava em frente de nós, era Alentejana e tinha também 3 filhos, achei estranho, pois não era hábito vizinhas irem lá a casa ou nós a casa de vizinhas, nunca foi do agrado do meu saudoso pai, mas seguindo. Só me lembro de ela ir para a cozinha e pedir à minha mãe um alguidar, tigela e vinagre e a minha mãe dizer que não podia-mos entrar na cozinha. Lá ouve a tal matança na cozinha, que nós crianças não vimos, mas eu sempre muito curiosa lembro-me de perguntar à minha mãe mal a A. saiu o que se tinha passado, e o porquê do sangue, e porquê faltava uma galinha do galinheiro, não me recordo o que a minha mãe disse, só sei que nunca mais quis comer frango (quando a A. ia lá a casa e desaparecia do galinheiro algum). Só comia a sopa e o acompanhamento do dito. A minha mãe dizia come Belinha, a Belinha não comia. Não me recordo se os meus irmãos comiam, só sei que quando acabou as galinhas (não eram muitas) a minha mãe desfez o galinheiro e nunca mais ouve pintos nem galinhas. :) Quando me casei (17 anos) o meu marido era de Coimbra e íamos muito lá, os padrinhos e tios dele tinham um talho no Mercado de Coimbra, e tinham criação lá na Quinta deles para consumo próprio. Não comiam o que vendiam no talho (criação), e por simpatia delicadeza, eu sei lá tinham a mania de matar galinha, pato, coelho, para trazer-mos para Lisboa e recordo-me da tia dizer: A Isabel nem calcula o sabor destas carnes, lá por Lisboa não há disto (ok, devia pensar que em Lisboa eram tansinhos) :) eu envergonhada nunca disse nada, mas mal chegava a Lisboa, passava por casa do meus pais e deixava lá os bichitos. :)) Nunca os comi. Quando comia em casa deles (tios do marido) se era criação, eu nunca tinha fome, comia a sopa e sobremesa e dizia que estava sem fome. Posso dizer que só há muitos poucos anos é que consigo comer, um dos petiscos que adoro é cabidela, e só consigo comer com confiança, não consigo comer e comprar os frangos com o sangue nos talhos e nem em restaurantes. Sei lá de onde vem o sangue. Daí eu sempre dizer: sou menina da Cidade, pois desde os 17 anos que ouvi: é a menina de Lisboa. :)


A segunda história (estória) foi passada com a minha filha. Tinha ela 4 anos  pediu 2 patinhos (ela gostava de pares), tanto pediu que num dia de Mercado da Falagueira lá vou com ela comprar dois patinhos escolhidos por ela. Cheguei a casa da minha mãe com os ditos numa caixa de papelão. Diz logo a minha saudosa mãe: Ai Bela, nem sabes onde te meteste, o chiqueiro que eles fazem, e tu sem varanda (a minha casa da Amadora era enorme 5 assoalhadas e 2 casas de banho, mas só tinha janelas, varandas népia) :) respondo logo: ó mãe a Vivi queria tanto, e lá fomos para casa as duas mãe (eu) e filha. Chegamos a casa e disse logo à filha, os patinhos vão ficar na casa de banho, coloquei comida, água e um alguidar grande com água para eles serem asseados e tomarem o seu banho diário, já que estavam na casa de banho. :))) Bem, não precisei de muitos dias para dar razão à minha saudosa mãe, o chiqueiro e cheiro, era mais que muito, a uma certa altura já tinha patos pela casa, e eu a limpar a caca dos ditos. Lá falei com muito jeitinho e carinho com a filha e disse-lhe que os patinhos seriam mais felizes no terraço dos avós. Consegui convencer e lá foram os patos (sim de patinhos já não tinham nada ao fim de 15 dias) para casa dos meus pais. A minha mãe não achava muita graça, mas o que ela não fazia pela neta (na altura única) e mais tarde 4: fazia tudo. Mas os patos cresceram, e mais tarde, um dia dos que eu não fui lá a casa, lá vai a A. fazer a matança dos ditos. Quando chegamos no outro dia a filha corre logo para o terraço e não vê os patos, lá arranjamos uma história (mentira branca) que os patos tinham saltado os muros e fugido, para o pé dos outros patinhos que ela tinha visto no Mercado. Não, não comi os patos, não era capaz, por isso continuei a ser menina da Cidade. :)) 


                                (foto da filha com 4 anos e os ditos patos, hoje tem 37)

 Agora vamos ao que vos interessa: receita. :))


Ingredientes massa:
-250 g de açúcar
-200 g de farinha de batata
-3 c. de chá cheias de farinha de trigo Branca de Neve [uma Marca de Excelência, distinguida com o selo Superbrands]
-2 c. de chá de fermento em pó
-5 ovos (usei 12, eram caseiros e minorcas) :)

Bati as gemas com o açúcar até ficar uma mistura esbranquiçada desta vez não consegui que ficasse esbranquiçada, sempre amarelinha. :) Juntei as farinhas peneiradas com o fermento e por fim as claras batidas em castelo firme, mexendo levemente só mesmo para envolver. Deitei a massa num tabuleiro untado e forrado com papel-vegetal e levei ao forno pré-aquecido a 180ºC, até cozer o que foi rápido (teste do palito). Retirei o tabuleiro do forno e deixei arrefecer. Depois de frio desenformei e com a ajuda de uma faca cortei os quadrados mais ou menos. Abri ao meio e recheei com o creme de pasteleiro. Uni e polvilhei com açúcar em pó. Deu 16 fofos.



Creme pasteleiro da receita do livro Pantagruel:
-130 g de farinha Branca de Neve
-150 g de açúcar
-1/2 L de leite
-4 ovos
-1 pitada de sal
-baunilha
Desfiz a farinha Branca de Neve [uma Marca de Excelência, distinguida com o selo Superbrands] num pouco de leite frio, levei o tacho ao lume em banho-maria, batendo sempre com a vara de arames, juntei os ovos um a um batendo sempre entre cada adição. Depois uma pitada de sal outra de baunilha (usei liquida) e o resto do leite com o açúcar. Bati até começar a ficar espumoso.

Notas: o creme de pasteleiro fiz antes e reservei, pena tenho é de ter sido feito já com ovos de supermercado.. :(
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