domingo, outubro 11, 2009

PÃES DE LEITE DELICIOSOS







Estes pãezinhos como o Alex chama, que foi feito a partir dos meus " scones" com as alterações do Alexandre como ele me disse. Sinceramente fantásticos. Alexandre para mim a partilha é isto mesmo! Obrigada!

Ingredientes:
-200 gr de farinha de trigo
-1 colher de chá de fermento Royal
-1 pitada de sal
-2 colheres de sopa rasas de açúcar
-2 ovos inteiros
-75 gr de manteiga
-1/2 caneca de leite
Peneirei a farinha, fermento, sal, açúcar para dentro duma tigela juntei a manteiga derretida em banho-maria envolvi muito bem e fui juntando os ovos um a um. No fim juntei o leite e envolvo com a varas de arames. Levei ao forno pré-aquecido a (180ºC) durante 10 minutos. Servir com manteiga ou com o doce que tiver. No meu caso desapareceram mesmo sem nada:)...Notas: com os mesmos ingredientes só alterou as quantidades e saíram uns pãezinhos deliciosos

INFORMAÇÃO:
Eu retirei os comentários porque o tempo que tenho (apesar de ser Empresaria Familiar) não é nenhum, para estar a responder. Como recebia mails com qualidade pensei: ok, quem me quiser perguntar algo ou dizer algo vem por mail. É pena é que realmente apesar de ser uma mulher (eu) com profissão de "Empresaria Familiar "não tenho tempo para mesquinhez como algumas (senhoras) empregadas, que têm tempo para tudo até para me aborrecer. Eu só não tenho, é já (nem nunca tive) paciência, para ser simpática só para agradar. Primeiro de tudo tenho que me agradar a mim, ok? E quem não gosta paciência, "azarito", vai para canto. Claro que esta mensagem é para aquelas pessoas que me mandam mails "patetas" que nunca receberam resposta. Porque as dezenas de mails que recebo (com qualidade e conteúdo «mesmo que seja uma critica» eu respondo sempre!) Mesmo que não seja logo no dia. Para esses leitores do meu cantinho, sabem bem, porque eu neste momento estou atrasada nas respostas mas não deixo nenhuma sem resposta. Sabem uma máxima que eu aplico à minha pessoa é; "falem mal ou bem é preciso é que falem" é sinal que mexo com as pessoas o que é ótimo.

PETINGA ASSADA COM AÇORDA DE PIMENTOS


Adoro sardinhas assadas grandes, médias e petingas. Mas nunca faço em casa quando me apetece vou comer as ditas fora. Mas numa volta pelo super vejo umas embalagens com as petingas tão fresquinhas e as malandras riram-se logo para mim... Ok, pensa Isabel como vais fazer? Bem a ideia que me saiu foi colocar o grelhador da TEFAL na varanda colocar uma extensão e fechar a porta da varanda para o cheiro não entrar. (Sim, porque o meu problema em casa é mesmo esse o "cheiro". Mas vamos à receita:

Fiz primeiro a açorda. Num tacho piquei uma cebola e três dentes de alho e levei ao lume com azeite. Quando a cebola ficou translúcida juntei 1/2 pimento vermelho e 1 verde pequeno limpo e cortado em tiras deixei em lume brando e deixei suar até murchar o pimento. Nessa altura juntei o pão escuro que tinha reservado de molho em água quente. Temperei de sal e pimenta e juntei salsa picada e envolvi tudo muito bem e deixei cozinhar até estar harmonizado os sabores. As petingas salguei-as na altura que liguei o grelhador para aquecer (o que quer dizer é vapt-vupt). Quando o dito está quente é só colocar as sardinhitas e já sabem é mesmo vapt-vupt...

Nota: ok,fiquei satisfeita pelas sardinhas e porque a casa não ficou a cheirar a sardinhas. Que como sabem depois de barriga cheia o cheiro torna-se insuportável...(estes é daqueles petiscos que fiz para mim que adoro. Claro os filhos nem o cheiro). As embalagens tinha 1/2 kilo o que para mim ui,dá para muito então resolvi arranjar o resto das sardinhitas e fazer uma receita que queria experimentar...

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sábado, outubro 10, 2009

MOUSSE DE CHOCOLATE







Claro que cada um, tem a sua mousse de chocolate, a minha é assim. :)

Ingredientes
-10 ovos
-10 colheres de sopa de açúcar
-500 gr de chocolate preto Cacao Sampaka (claro cada qual usa a sua marca preferida)
-3 colheres de sopa de manteiga

Bato as gemas com o açúcar até estar um mistura esbranquiçada. Junto o chocolate derretido com a manteiga em banho-maria (eu na mousse nunca derreto o dito no micro-ondas, podem crer que faz toda a diferencia) envolvo muito bem. Entretanto tinha já batido as claras em semi-castelo (nunca em castelo) estilo quando começam a ficar "esbranquiçadas" e envolvo no preparado anterior muito bem. Deito numa tigela e levo ao frigorífico. Nunca sirvo antes de pelo menos 6 horas de frio. Bem é daquelas sobremesas simplicíssimas e fabulosas...Eu tinha feito este creme fabuloso e o filho chamou-me a atenção que o sabor era a minha mousse.

Notas: o copinho (dedal) vazio que acompanha a foto é para quem gosta de acompanhar esta sobremesa com um bom Whisky. Eu coloquei o copo (dedal) porque sou uma tansa tinha cá vários mas não sabia que eram estes que se chamavam os tais (dedais)...

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BERINGELAS GRATINADAS COM CARNE


Os filhos adoram esta receita!!! Mas o filho só mesmo de vez em quando como ele diz: "nunca vi nenhum legume puxar carroças". Claro, depois de 1 dia de trabalho e depois de ainda ir 1 hora e meia para o ginásio é normal que só os legumes não lhe cheguem (sorrisos). Então eu fiz igual há outra receita só que acrescentei no molho de tomate meio quilo de carne (250 de porco e 250 de peru picadas) e deixei cozinhar depois fiz exatamente como a receita original...

Notas: já sabem que eu uso o meu molho caseiro que tenho sempre congelado...

sexta-feira, outubro 09, 2009

PUDIM DE LEITE





Ingredientes:
-1 lata de leite condensado
-7 ovos
-7 colheres de sopa de açúcar
-2 medidas da lata de leite (usa a lata do leite condensado)
Bato os ovos com o açúcar até fazer uma mistura esbranquiçada. Junto o leite condensado e o leite e envolvo tudo muito bem. Depois é deitar a mistura para uma forma caramelizada (caramelo caseiro) com tampa. Coloco a forma em banho-maria dentro da panela de pressão e meio limão (limão é para não escurecer a panela nem a forma) tapo e levo ao lume. O tempo da cozedura do pudim é 15 minuto depois de começar a apitar. Se não tem forma com tampa, não há problema vai ao forno em banho-maria com a parte de cima da forma fechada com papel de alumínio. Só que aí é um pouco mais. A (180ºC) leva 50 minutos e têm que ter sempre atenção a não faltar a água. Porque senão o caramelo começa a derreter e mistura-se com o pudim...

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quinta-feira, outubro 08, 2009

SOPA TRANSMONTANA



Esta receita só tinha que vir acompanhar o post anterior. Pois foi de lá que retirei "Cozinha Regional Portuguesa"

Ingredientes:
-1 couve branca
-250 gr de batatas
-200 gr de nabos (usei 2 nabos grandes, claro que tinha mais que as ditas 200 gr)</
-200 gr de cenouras
-1 osso da suã (comprei no Jumbo)
-60 gr de banha (usei azeite)
-1 cebola
-1 tira de toucinho
-água
-sal
-3 fatias de pão torrado (não usei)
Primeiro de tudo eu sempre que uso carnes na sopa deixo de sal de véspera. Deita-se a água num tacho, com a banha e o toucinho (não usei a banha e só gosto de juntar o azeite no fim). Junta-se o osso cortado ao meio, a couve aos bocados, a cebola, as cenouras, os nabos e as batatas, tudo aos quadradinhos. Tempera-se com sal e deixa-se cozer. Quando cozido junto o azeite e deixo só ganhar fervura e desligo logo. Serve-se com o pão torrado. Notas: eu não servi com o pão. Foi a primeira vez que comprei este osso para a sopa (ok, eu via os ossos no Jumbo mas pensava que era para os cães). Mas uma coisa eu digo dá um gosto fantástico à sopa...

O MEU ÚLTIMO LIVRO DE COZINHA



                                                                                    ( 2008)👆


(1995)👆

                                                                          (1987)👆
Como sabem sou uma fã da Maria Odete Cortes Valente. Pelas receitas que já postei no meu blog retiradas dos livros dela (meus). Os primeiros livros que comprei dela foram em 1987 os segundos foram em 1997. Agora, saiu "Tesouro da Cozinha Regional Portuguesa" eu vi o livro e realmente é um apanhado dos livros anteriores e com mais algumas receitas novas o que muito me interessou logo. Comprei 2 livros um é para mim e o outro seria supostamente para oferecer...Quem não têm os anteriores acho que não deve perder este livro. Ao lermos as receitas das zonas do país é estarmos a viajar nos sabores e cheiros. Aliás eu já fiz uns posts no meu blog da introdução dos 1º livros da Maria Odete Cortes Valente...

GELADO DE DIÓSPIRO



Bem, as árvores lá na Quinta em Coimbra estão carregadas de dióspiros uma das frutas que a filha adora. Mas mesmo, só ela é que gosta. Trouxe e resolvi fazer gelado de dióspiros para a filha...

Ingredientes:
-3/4 L de dióspiros limpos de cascas (pele) e daquele fio branco que tem no centro. Eu usei os madurinhos e para «pesar» era difícil na balança então eu preferi «medir»
-1 lata de leite condensado
-50 gr de açúcar branco fino
-150 ml de leite gordo
-500 ml de natas
Já sabem os dióspiros descascados e esmagados com garfo. Juntei o açúcar e mexi bem. Juntei o leite condensado e envolvi muito bem. Depois foi juntar o leite e natas (sem bater) e envolver tudo muito bem. Deitei na sorveteira a trabalhar, levou 40 minutos.

Nota: neste caso a provadora oficial foi a filha. O comentário da filha hum... hum... hum... hum e nunca mais parava e eu a olhar para a cara dela para ver o que dizia (sorrisos). Quando se decidiu falar disse! Simplesmente maravilhoso MÃE...

P.S. Agora o filho não gostando da fruta adorou o gelado. O problema do filho com a fruta é mesmo a textura da fruta.

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quarta-feira, outubro 07, 2009

ENTRECOSTO DE VITELA NO FORNO





Entrecosto para mim é tudo de bom seja de vitela, novilho ou porco simplesmente acho uma carne deliciosa... Vamos à receita.
Eu no talho mando cortar o entrecosto aos bocados. Na 1.2.3 pico 5 dentes de alhos, sal pouco, 1 colher de café de cominhos em pó, um molho de salsa lavada e azeite. Faço uma massa que pincelo a carne com esse preparado, coloco dentro de um saco e deito para dentro 150 ml de whisky. Fecho o saco e vai para o frigorífico durante 24 horas dormir. Depois coloco num tabuleiro de barro e levo ao forno a uma temperatura baixa (90ºC) durante 5 horas (claro que vou virando o entrecosto para tomar de gosto todo por igual). Ao fim desse tempo levanto a temperatura para (180ºC) e junto batatinhas novas pequenas que as envolvo no molho do assado e deixo mais 40 minutos (no meu forno, claro que o meu é estilo "turbo")mas, vocês sabem como o vosso forno funciona. Pode precisar de mais um pouco ok ? Notas: é uma carne que tem uma camada de gordura própia que dá um gosto fabuloso à carne. Por isso nem precisa de acrescentar mais nenhum líquido à carne...Claro, que depois a gordura não se come ok...

MASSA DE PIMENTÃO

Eu claro que nunca fiz. Pois... se a tia A. de Coimbra me faz sempre com tanto carinho.
Então é assim: apanha os pimentos vermelhos lava-os muito bem. Limpa os ditos de sementes e reserva até estarem sem humidade (não me perguntem porquê(?) Porque não me sabe explicar o estar reservados até estarem sem humidade). Depois corta os pimentos aos quadradinhos ou em tiras. Em alguidares vai colocando uma camada de sal, uma camada de pimentos e outra de sal e assim sucessivamente até acabar os pimentos. A última camada é sempre de sal (mas... sal em abundância). Reserva. Ao fim de uns cinco dias vai começando a escorrer a água que se forma no fundo e assim vai sempre escorrendo até já não sair água e estar no ponto. (O tempo é que é o ingrediente pior desta receita. Eu não sei. Porque como sabem, a tia A. faz isto de olhos fechados então o tempo para ela está na experiência mais nada)... Ela diz-me que há quem pique depois o preparado na picadora mas, ela não gosta. Então com um garfo vai esmagando e esse preparo coloca em frascos e coloca um fiozinho de azeite para conservar. Já sabem que quando se coloca massa de pimentão na comida têm que se ter sempre em atenção o sal no tempero pois a massa já tem...

terça-feira, outubro 06, 2009

FIGOS SECOS!!!




Figos é uma das frutas que eu adoro. Mas só mesmo da árvore (chinchada). Mas o tempo deles é muito curto. Fui a Coimbra e uma tia do meu marido fez-me esta surpresa. Esteve com o trabalho de estar a secar figos para a menina (eu Isabel) é como me tratam em Coimbra:). Que maravilha com meio século e menina! Claro que a Isabel quis logo saber como a tia A. fazia os figos secos. E ela disse-me (claro que em questão de tempo foi um pouco difícil para ela precisar o tempo que levou). Mas disse-me que colocou os figos numa rede e que os deixou ao ar e sol. À noite recolhia-os e não me conseguiu precisar o tempo que levou neste processo que foi até estarem no ponto. Disse-me que neste processo os bichitos dos figos fogem todos "estilo" (à pernas para que te quero). Depois dos figos estarem no ponto dá-lhes um escaldão em água a ferver. Escorre e quando estão bem escorridos e secos coloca-os em tabuleiros com panos de cozinha limpos por baixo. Leva-os para o sótão e cobre-os com umas redes fininhas (por causa das moscas e aranhas, mas disse que este ano nem houve as ditas moscas). O sótão porquê? Porque no fundo vai servir de estufa. E deixa-os lá até estar naquele ponto (ok, não me soube precisar o tempo) mas, também eu acho que não é muito difícil nós sabermos o tempo, certo? Quando finalmente estão no tal ponto envolve-os em farinha de trigo e numas peneiras que têm coloca os ditos nelas e vai dando sacudidelas para sair o excesso de farinha e pronto «os melhores figos secos que comi na minha vida» sem químicos, de produção familiar e caseira e feitos com carinho para a menina (eu) o que pode haver melhor que isto? Nada! Ah mas primeiro de tudo claro que andou a apanhar figos nas figueiras:)...Claro? Sem o ingrediente principal não havia figos secos para ninguém...

ROSCAS DE AVELÃS





Mais uns biscoitos (roscas) que fazia quando os filhos eram pequenos, e que eles agradecem de voltar a estarem no frasco dos mesmos.

Ingredientes:
-200 gr de manteiga (à temperatura ambiente)
-200 gr de farinha
-180 gr de açúcar
-200 gr de avelãs (moídas)
-2 ovos
-1 colher de café de canela
-raspa de 1 limão
Coloco a farinha em coroa sobre a bancada. No centro coloco os restantes ingredientes e misturo tudo com as pontas dos dedos. Quando está a massa obtida , encho o meu (empurra churros, biscoitos), mas quem não tem não há crise pode-se usar um saco pasteleiro e se também não tiver é só usar as mãos e fazer uns rolinhos ao gosto de cada. Vai a cozer ao forno em tabuleiros forrados com papel vegetal. Sim eu sei, eu sou do antigamente mas não gosto nada de silicones. E como eu gosto é dos sabores de antigamente vai de papel vegetal. E só uso porque é para os tabuleiros ficarem limpinhos, (sorrisos) porque com a quantidade de manteiga eles nem agarram...Levam ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 5 minutos (até ficarem lourinhos) já sabem difere de forno para forno. Depois é colocarem no frasco de biscoitos e deliciarem-se...

P.S. Tenho recebido vários mails a perguntarem-me: sobre as formas de silicone (qual a minha opinião?). Bem é muito simples, respeito o gosto de cada mas na minha casa entraram 2 formas de silicone ainda não havia em Portugal as ditas (acho eu) . Comprei na Grécia na 1º vez que lá fui no ano de 1990 e vim toda contentinha a pensar que aquilo era fabuloso. Ok, fiz um bolo (comentário dos filhos:- Mãe o bolo não tem o teu sabor!!! ) O filho mais novo só tinha 6 anos. Voltei a fazer o segundo bolo exatamente o mesmo comentário. Mas é importante dizer que eles nem viram onde eu cozi os bolos, ok? E agora vão pensar o silicone desse tempo era diferente de agora, ok. (Podia ser sim senhor, pois se o silicone das estéticas estão todos os anos a mudar) :). Então vamos à minha segunda versão das ditas ainda não tinha blog e uma amiga tinha as ditas da "Tupperware" e dizia maravilhas a Isabel tentou outra vez e comprou das ditas. Ui, aquilo não me agradou de todo nem à minha família. Sou muito tradicional de sabores e não só! Gosto dos sabores de antigamente e digo todas as minhas formas são de alumínio exceto a de «fundo removível» e podem crer que são bastantes as que tenho de todas as formas e feitios. Agora perguntam e o que a Isabel fez às formas? Ok, dei como tudo o que para mim e família está a mais ou deixa de servir (por gosto ou tamanho) eu dou a instituições. Sim eu não gosto de ter nada a ocupar espaço que já não se veste ou utensílios que deixe de servir. Só para terem uma ideia como é a Isabel eu quando me mudei para onde eu moro. Pensei casa nova quero móveis novos (apesar que os da outra casa eram seminovos) então contactei uma instituição de ex-toxicodependentes que não vou dizer o nome mas que quem mora na Amadora sabe é perto do antigo "LIDO". Eles chegaram e perguntam: o que é para levar? Eu digo: tudo! Tudo??? Dizem os rapazes muito admirados. Sim tudo e olhem que eram móveis de cinco divisões que tinha e os eletrodomésticos todos da cozinha. Então eles muito agradecidos disseram que nunca lhes tinha acontecido irem buscar móveis que não fossem para irem diretos para o lixo (sim porque há pessoas que gostam de fazer dos outros criados e em vez de irem deitar elas como sabem que os rapazes não se podem negar a levar: chamam-nos). Ou de eles terem que os restaurar para colocarem em venda. E assim fizeram 3 viagens para levar tudo. Como eu digo não eram mais uns $$$$ que me iam deixar mais rica nem mais pobre. É o que acontece agora dou tudo mas mesmo tudo e o mesmo ensinei os filhos. Não são uns €€€€ a mais que me fazem mais rica (isso já eu sou de sentimentos) que para mim é o que interessa...

segunda-feira, outubro 05, 2009

SOPA DE FEIJÃO FRADE



Falando com a minha mãe ela disse-me que a minha avó Isilda (mãe dela) fazia muito esta sopa quando a minha mãe era pequena. Eu nunca tinha comido (pois, a minha mãe deve ter comido tanta que enjoou o feijão frade, que ela não gosta), então nunca fez. Só fazia muito era salada de feijão frade, e uma salada com bacalhau e o feijão, para mim e meu pai, que nós adorávamos (eu adoro)...

Ingredientes:
-1/2 kilo de feijão frade
-2 cabeças de nabo
-3 cenouras
-caldo verde
-entremeada
-azeite
-sal marinho
Como em todas as sopas que faço com entremeada ou toucinho deixo salgado na véspera. Numa panela vulgar (não precisa de panela de pressão) coloca o feijão bem lavado e escolhido a cozer junto com a entremeada. Quando a entremeada está cozida retira e corta em bocados. No feijão que já está cozido e a ferver junta o caldo verde previamente lavado com as cenouras e os nabos cortados em quadradinhos. Tempera com azeite e rectifica o sal (não esquecer do sal da entremeada)...

Notas:esta sopa não se passa o feijão. Simplesmente uma pequena delicia...

domingo, outubro 04, 2009

GELADO DE ANONA







Eu amo gelados, mas de frutas tropicais não é dos meus «dreams». Mas anonas amo mesmo só é um pouco (muito) aborrecido estarmos a comer a frutinha e ops semente. Mas como na mesma, não há problema:)! Resolvi fazer um gelado de anona...
Ingredientes:
-2 ovos
-600 gr de anonas (claro que retirando cascas e pevides )
-200 gr de açúcar branco fino
-200 ml de leite gordo
-400 ml de natas
Coloca a fruta sem cascas e sementes (caroços o que lhe quiserem chamar) no copo da varinha e faz um polme com a fruta (mas sempre deixando bocadinhos da fruta que como sabem eu adoro encontrar. Numa tigela bate os ovos com o açúcar até ficar uma mistura espumosa branca. Junta a polpa da manga e envolve muito bem de seguida junta o leite e as natas sem serem batidas e envolve muito bem tudo. Deita o preparado na sorveteira a trabalhar e leva 30 minutos. Este gelado como de algumas frutas que eu gosto. Simplesmente gosto deles simples só mesmo o sabor da fruta...

Notas: ok,estão a ver aquelas sementinhas? Não, não é para comer é só para dar aquele estilo na "foto" ok?

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AS MINHAS TOSTAS



Eu faço as ditas com o que tenho em casa na altura. Claro que faço sempre com pão grande cortado às fatias. Nunca fiz com aquele pão que se vende em sacos cortado às fatias que parece (é) pastilha elástica. Não sei como chamam pão àquilo? Eu nem digo marcas porque claro há tantas mas, são todas iguais. Eu estou a dizer mas não quer dizer que também não tenha comprado quando os filhos eram pequenos. Mas os filhos como são como a mãe só gostam mesmo do que é bom e disseram logo: que o pão se agarrava aos dentes(sorrisos)ok,isto foi o comentário do filho tinha 5 anos. Bem mas estas tostas que fiz foi para o filho e amigos que vinham do surf esfomeados (e eu sem estar à espera de ninguém) mas, não há problema. Cortei os pães (sim foram 2) e barrei-os com manteiga coloquei uma fatia de queijo da serra, duas fatias de fiambre, tomate cortado às rodelas fininho e polvilhado com oregãos e outra fatia de queijo e barrei a fatia que ia cobrir com manteiga também. Levei as tostas à tosteira até estarem tostadas e o queijo a sair dos lados como convém, e foi servir de seguida, acompanhou uma sopa...

sábado, outubro 03, 2009

O BOLO DA ISABEL





Ok, acho que já merecia colocar o meu nome a uma invenção minha...Como sabem? Eu congelo as claras, sempre quando sobram das sobremesas, gelados etc. Tinha 8 claras congeladas 5 num saco e 3 noutro. Resolvi o problema e fui para as minhas invenções que até têm saído na perfeição e esta foi mais uma...

Ingredientes para o bolo:
-5 claras
-200 gr de miolo de amêndoa sem pele e moído
-150 gr de açúcar

Bati as claras em castelo firme juntei o açúcar e bati até fazer estilo «merengue» juntei a amêndoa e envolvi com a vara de arames. Levei a cozer numa forma de bolo inglês untada e forrada com papel vegetal e de novo untada. Em forno pré-aquecido (180ºC) durante 20 minutos (ok, já sabem o teste do palito a cozedura difere sempre de forno para forno). Deixei arrefecer dentro da forma. Depois cortei transversal o bolo em 3 partes e barrei cada uma delas com o meu doce de laranja e fui sobrepondo quando coloquei o topo fiz um merengue com as 3 claras que tinha reservadas e com 100 gr do meu açúcar baunilhado e passado na 1,2,3 até fazer açúcar em pó. Cobri o bolo com o merengue e levei ao forno a lourar...

sexta-feira, outubro 02, 2009

A RECEITA DE ESCABECHE DA MINHA MÃE COM CARAPAUS


Já há muitos anos que eu não comia peixe de escabeche!É um comer que tenho na minha memória de infância, lembro-me, que sempre gostei muito de peixe, mesmo em criança, e tenho na memória quando a minha mãe fazia peixe frito (qualquer qualidade) eu estava sempre à espera que sobrasse para a minha mãe no outro dia fazer escabeche. Ai, como eu gostava (e gosto) do escabeche da minha mãe...Resolvi comprar carapaus pequenos (ok, não sei quantos cm têm) foi os mais pequenos que encontrei. Arranjei os carapaus e temperei-os com sal e reservei durante 2 horas. Sacudi-os do sal e passei por farinha e fritei em azeite bem quente (com 1 alho para não queimar o azeite). Quando bem fritos retirei da fritura e coloquei-os dentro dum tacho de barro e reservei. Num tacho coloquei 2 cebolas, 4 dentes de alho cortado em rodelas bem fininhas, cubro com azeite e tempero com sal e pimenta e, deixo cozinhar sempre em lume baixo até a cebola estar translúcida. Aí junto à volta de 20 ml de vinagre de vinho branco. Deixo ferver em lume alto até harmonizar. Deito este preparado por cima dos carapaus fritos e deixo de um dia para o outro. Os carapaus vão harmonizar e (absorver) o molho de escabeche. (Claro que eu faço como a minha mãe, porque se formos ver os livros de cozinha cada qual tem a sua receita). Servi com batatas cozidas mas, até só com pão ou broa fica fantástico...

Nota: a minha mãe como todas as pessoas da idade dela passou a 2º guerra e ela disse-me que como os ingredientes faltavam a minha avó fritava o peixe (quando havia) em azeite e com o resto de azeite da fritura do peixe ela coava e era com esse azeite que se fazia o escabeche. Que eu acredito que deve ser uma maravilha...pois o sabor do peixe fica no azeite da fritura. Claro que eu não experimentei pois ela contou-me a história já eu tinha comido o escabeche. Mas, numa próxima vez vou experimentar concerteza. (Sim, porque agora é que tudo faz mal! Naquele tempo nem havia os 99% das doenças que existem agora)...


Uma mensagem que realmente só a mim me interessa! Mas como eu digo, este canto é meu, muito meu, eu posto o que me vai na alma no momento (dia) o caso de hoje. Infelizmente à procurar de uns documentos em casa da minha mãe, dou-me de caras com este livrinho de receitas da minha mãe. Que foi o único que eu lhe conheci. Achei engraçado e eu com a idade ligo muito mais às memórias de infância. E este livro é uma prova disso os riscos que vêm no livro foram feitos por mim claro devia ter uns 5 anitos e, as receitas que a minha mãe ia escrevendo. A minha mãe ia fazer um bolo e a Isabel puxava logo o banco da cozinha para o pé da bancada para ver e mexer na massa. Claro que a minha mãe não deixava e dava-me um papel e caneta para eu fazer riscos e contar (ok,a Isabel já gostava era de cozinha) e comecei a contar e riscar o livrinho da minha mãe (sorrisos). Mas, o mais importante disto tudo é que realmente com um livro tão pequeno (58 folhas) e insignificante a minha mãe era (é) uma cozinheira de mão cheia. Por esse motivo eu gosto de saber todos os segredos dela. Os grandes ou pequenos livros ajudam a retirar ideias, receitas etc. Mas se as pessoas não sabem, não gostam nem têm gosto (amor) por aquilo que fazem, nunquinha conseguem cozinhar nada de jeito. Nem com livros«XPTZ». Eu sempre adorei cozinhar e a minha irmã não,e fomos criadas da mesma maneira. aliás tenho 2 filhos ele adora cozinhar a filha foge da cozinha a sete pés não gosta mesmo.

Nota: Simplesmente obrigada MÃE pela mulher que sou!!!

P.S. Descobri esta foto minha com cinco meses no dia do meu baptizado (sorrisos) (ai que fofinha)...


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quinta-feira, outubro 01, 2009

PANQUECAS (AS MINHAS)

Já faço estas panquecas ainda não tinha o meu filho! Fazia para a filha e como o filho mais novo já tem 25 anos estão a ver os anitos que já lá vão? Os ingredientes que vou colocar dá para seis na minha frigideira(17 cm) que eu só a uso mesmo para as panquecas e crepes simples ou acompanhados já sabem se quiserem mais é só duplicar ou triplicar, etc, os ingredientes ok? Vamos à receita...

Ingredientes:
-1 cup de farinha (igual a 1 xícara)
-1 colher de sobremesa de fermento em pó Royal
-1/2 colher de chá de sal
-1 cup de leite (igual a 1 xícara)
-1 colher de sopa de açúcar baunilhado (que eu tenho sempre o meu caseiro) se não tiverem podem colocar 1 colher de café rasa de essência de baunilha
-2 ovos
-1 colher de sopa de manteiga sem sal derretida
-2 colheres de sopa de açúcar

Numa tigela bate as gemas com o leite. Adiciona os secos peneirados aos poucos e batendo sempre com uma vara de arames para não deixar fazer grumos. Depois deite a manteiga derretida envolva e reserve. Bata as claras em velocidade alta até começar a ficar firme junte as 2 colheres de sopa de açúcar e continuando a bater até formar suspiro firme. Agora vá misturando esse suspiro aos poucos à mistura reservada e vá envolvendo mas, não bata é mesmo envolver ok? Agora aquece a frigideira ao lume e besunta com manteiga e deita 1/2 cup (1/2 xícara) da massa preparada deixa cozinhar em lume brando até ver que começa a fazer borbulhas a massa está na hora de virar com a ajuda de uma espátula. Antes de voltar a colocar de novo a massa limpa a frigideira com papel de cozinha e volta a besuntar de novo com manteiga. E assim sucessivamente até terminar a massa.
Estas foram servidas no dia dos scones com mel de alecrim e doce de abóbora (que acabou tenho que fazer mais) e não chegando, os filhos adoram cobrir com chocolate:) (como os filhos dizem chocolate vai bem com tudo).

Nota: mais simples não há! Se quiserem fazer a massa e reservar depois é mesmo só fazer e é estilo "vapt-vupt"....Ah e os filhos gostam delas dobradas ao meio...

quarta-feira, setembro 30, 2009

O MEU POLVO NO FORNO COM BATATAS



Eu resolvi fazer o polvo estilo à espanhola...é uma maneira que os espanhóis comem o polvo e que muito me agrada. Só que eles fazem com batatas cozidas sem casca e eu com casca...
Polvo cozido (que eu faço sempre da mesma maneira há muitos anos «foi uma dica de uma peixeira que me deu» corto as pontas dos tentáculos do polvo com uma tesoura e coloco o bichinho dentro da panela de pressão sem água e sem temperos. Fecho a dita e conto 15/20 minutos (conforme o tamanho do polvo) depois de começar a apitar. Desligo e deixo arrefecer dentro da panela.

    Depois retiro e corto em bocados. Esta dica é infalível além que o polvo coze na sua própria água que vai deitando e nunca mas nunca ficou borracha fica macio e suculento.Reservo. Lavo muito bem as batatinhas novas e cozo-as com água e sal. Quando cozidas escorro-as e deixo arrefecer um pouco antes de lhes dar um murro. Num tacho coloco uma boa cebola e 4 dentes de alho picados, 1 pimento vermelho (se for pequeno, se for grande meio) às tiras finas e 3 tomates maduros sem pele e sementes cortados aos quadradinhos, e deito à volta de 200 ml de azeite tempero com sal e pimenta. Levo ao lume sempre em lume baixo e deixo cozinhar. Num tabuleiro de barro coloco o polvo e as batatinhas e cubro com este preparado. Levo ao forno pré-aquecido (200ºC) até ver que foi o tempo suficiente para harmonizar os sabores, que como sabem!  Também tem muito a haver com as quantidades, mas isso só cada um  sabem  as vossa necessidades nas vossas casas...

terça-feira, setembro 29, 2009

GELADO DE CAJÚ COM WHISKY





A falar com o Cupido, ele dá-me a dica deste gelado para acompanhar o creme de chocolate que eu tinha feito.

Ingredientes:
-1 ovo
-180 gr de açúcar branco fino
-50 ml de whisky de 12 anos (a de 12 estava fechadita foi de 18)
-150 ml de leite gordo
-400 ml de natas
-100 gr de cajú sem sal
Bato o ovo com o açúcar até fazer uma mistura esbranquiçada. Depois deito o whisky e o leite e continuo a bater até estar tudo muito bem envolvido. Junto as natas sem serem batidas e envolvo. Junto o cajú moído grosseiramente e envolvo. É só deitar na sorveteira a trabalhar pela abertura da tampa. Leva 25 minutos. Servi com uma bola de creme de chocolate e polvilhado de cajú moído grosseiramente. Já tinha feito este gelado de cajú só que com outra cobertura...Notas: do meu provador oficial «excelente»....

INFORMAÇÃO:Recebi alguns e-mails a perguntarem-me sobre o cajú sem sal (não sabiam que existia). Eu quando coloco as receitas tenho o cuidado de dizer «sem sal» porque como devem compreender o cajú com sal é mesmo só para aperitivos não serve mesmo para sobremesas nem receitas salgadas. Pelo menos para mim. A quem me perguntou onde eu comprava eu disse e disse onde podiam encontrar sem ser no lugar que eu compro.

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